sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Produtores Rurais de São Francisco recebem mudas de Café Clonal



A Prefeita Gislaine Lebrinha de São Francisco do Guaporé juntamente com o vice-prefeito e secretário de agricultura Jaime Fuentes, e deputado estadual Lebrão, estiveram na linha 08 do Porto Murtinho onde entregaram mudas de café clonal, beneficiando três produtores, onde cada um recebeu cerca de três mil mudas, fruto de indicação do deputado Lebrão através da SEAGRI-RO. .
De acordo com o vice-prefeito, o deputado Lebrão destinou 140 mil mudas, que beneficiará 61 produtores, que já está em fase final de entrega aos produtores, sendo entregue aos produtores a custo zero, isso se deve graças ao emprenho do Lebrão e da prefeita Lebrinha junto aos vereadores que sempre estão em busca de recursos e melhorias para a população da zona urbana e zona rural do município.

Assessoria 

USINA HIDRELÉTRICA JIRAU OPERA EM SUA POTÊNCIA MÁXIMA



O nível do reservatório e as condições de transmissão de energia permitiram que nesta manhã a Usina Hidrelétrica (UHE) Jirau operasse com suas 50 unidades geradoras, proporcionando ao país 3.763,24 MW de energia elétrica, que é superior à potência nominal da Usina, de 3.750 MW, e o que naquele momento representou 11,43% da geração hidráulica do Sudeste e do Centro-Oeste do país. De acordo com o Diretor-Presidente da Energia Sustentável do Brasil (ESBR), concessionária da UHE Jirau, este índice evidencia o compromisso da Empresa em fornecer energia limpa e renovável para cerca de 40 milhões de brasileiros. “Números como esses comprovam mais uma vez que a energia gerada pela Usina Jirau contribui diretamente para o desenvolvimento sustentável do país, o que certamente é uma das principais aspirações da população e das indústrias”, afirmou Paranhos.
Respeitando e valorizando o meio ambiente, as comunidades com suas histórias e culturas, a UHE Jirau, localizada no Rio Madeira a 120 km de Porto Velho, fornece energia desde 2013, quando sua primeira unidade geradora entrou em operação. A Usina passou a ter capacidade de geração plena em novembro de 2016, com a instalação das 50 turbinas, tipo bulbo, mais potentes do mundo. Desde o início das operações vem alcançando suas metas e conquistando recordes significativos, sendo por exemplo, a geradora com a maior disponibilidade - 99,21% - do Brasil, ou seja, está sempre pronta para atender às demandas de energia solicitadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Os resultados alcançados pela Hidrelétrica motivam a liderança e os empregados. O Diretor de Operação da ESBR, Isac Teixeira, destaca o comprometimento da equipe neste processo. “Nosso time é altamente qualificado e investimos frequentemente no desenvolvimento por meio de cursos e treinamentos. Além disso, oferecemos um ambiente de trabalho seguro, saudável e com ótimo clima organizacional. Como retorno, temos uma equipe motivada contribuindo com a melhoria contínua dos nossos processos e para a conquista de resultados excepcionais, que mantêm a Usina Jirau em destaque no cenário de geração de energia do país”, destacou.



Assessoria de Comunicação Regional

DER atende pedido do deputado Lebrão e inicia recuperação da RO 377



Atendendo pedido do deputado Lebrão (PMDB), o governo do Estado, através do Departamento de Estradas e Rodagem (DER), deu início às obras de recuperação da RO 377, que liga BR 429 ao distrito de Porto Murtinho. A rodovia tem cerca de 30 quilômetros de extensão e é a única via que dá acesso ao distrito.
Estão sendo realizados os serviços de patrolamento e encascalhamento dos pontos críticos. As intervenções que estão sendo realizadas na rodovia buscam corrigir os problemas na rodovia causados pelo período de chuva que atinge a região do Vale do Guaporé.
“Quero agradecer ao Governo do Estado que, através do diretor geral do DER Ezequiel Neiva, atendeu ao nosso pedido prontamente, entendendo assim, a necessidade da execução destes serviços”, resume o deputado.
Fonte: Assessoria - Pablo

Não perca está oportunidade


terça-feira, 16 de janeiro de 2018

NOTA DE PESAR




É com profundo pesar que a Associação Cacoalense de Imprensa – ACI lamenta a morte prematura do seu filiado, o jornalista Ueliton Bayer Brizon.
Não é à toa que a palavra filiado se origina do substantivo filho, pois é com o mesmo sentimento de parentesco que esta associação procura aceitar e entender o fato criminoso ocorrido na manhã deste dia 16 de janeiro e que ceifou a vida deste emergente profissional do jornalismo de Rondônia.
Na qualidade de representantes de toda uma classe, desde já cobramos de nossas autoridades, policiais e judiciárias, empenho total na elucidação deste crime e que os culpados sejam punidos conforme determina a nossa legislação.
Ueliton Brizon ingressou recentemente na carreira jornalística e, comprovando sua seriedade com a profissão, procurou esta associação no sentido de buscar auxilio na aquisição de seu registro. Assim recebeu em 2017 o seu registro de Jornalista junto à Delegacia Regional do Trabalho sob número 0001690.
O jornalista era responsável pelo site de notícias jornalderondonia.com.br, no qual mantinha uma linha editorial respaldada pela ética e pela moral, conquistando assim o respeito de seus leitores.
Lembramos com carinho da presença de seu pai, Admilson Brizon, acompanhando o filho em uma das reuniões desta associação, demonstrando o orgulho pelo que Ueliton vinha conquistando como profissional.
Deixamos aqui nossos sinceros sentimentos aos pais, à esposa, aos filhos e demais parentes e amigos que neste momento choram a morte desta pessoa tão querida. Todos nós, jornalistas da ACI, pactuamos da mesma dor.


SIDERLANDIO SIMÕES DE OLIVEIRA
Presidente

Nota da Arom em repúdio sobre auxílio financeiro do governo federal



Lamentavelmente, a Medida Provisória (MP n.º 815) de autorização do repasse prometido de R$ 2 bilhões aos Municípios do Brasil só foi publicada no Diário Oficial da União no último dia útil do ano de 2017, o que não surtiu os efeitos contábeis esperados pelos prefeitos, para equilíbrio das contas, no encerramento do exercício. O governo federal prometeu o auxílio financeiro, fez anúncio da liberação, mas não cumpriu com o que havia pactuado com os prefeitos. O auxílio financeiro, além de não chegar a tempo de “salvar” o fechamento do caixa das gestões municipais, traz obrigatoriedades que complicam mais ainda as administrações municipais, pois impõem áreas para a sua aplicação, afastando das prefeituras a autonomia de aplicar esse recurso para a finalidade que mais atenda às suas realidades. E como se não bastasse, a data de efetivação dessa transferência ainda se encontra indefinida, com remota possibilidade de ocorrer em meados do mês de março de 2018, após edição de uma lei que aponte de onde serão remanejados esses recursos, como anunciou o Ministério do Planejamento. Diante desse comportamento, não nos resta dúvida de que os 5.570 Prefeitos do Brasil estão diante de uma flagrante manobra política, das mais perversas, já que, a concretização dessa conquista está condicionada à aprovação da Reforma Previdenciária em que os gestores municipais encontram-se obrigados a convencerem seus parlamentares federias de base a votarem em favor da matéria do governo.

O tema da reforma da previdência do nosso país precisa sim ser discutido e enfrentado, mas aproveitar-se da vulnerabilidade financeira em que se encontram as administrações locais é uma articulação vergonhosa da política, e ofende a dignidade dos Municípios, que são parte da Federação Brasileira, que geram arrecadação dos impostos estaduais e federais, e que atuam no desenvolvimento do País, já que, é nas cidades que o povo brasileiro acessa os serviços públicos e entrega seus impostos. Esse agravo também é sentido pelo movimento municipalista no qual integra a Associação Rondoniense de Municípios – AROM, que monitora as graves perdas de repasses aos municípios, causadas por irresponsáveis políticas fiscais de desoneração, que beneficiam grandes corporações, mas retiram parte das receitas municipais, dificultando a boa prestação do serviço público.

Para os que afirmam sem conhecimento, que “as gestões municipais não fazem a tarefa de casa”, eu sugiro uma reflexão sobre o panorama geral das cidades brasileiras, dos cortes que os Prefeitos vêm fazendo país a fora, para equilibrarem as finanças das suas prefeituras. É inaceitável que alguns pensem ser normal que mais de 60% dos Municípios do Brasil tenham fechado as contas no vermelho, sem considerar a responsabilidade da União e dos estados que, infelizmente, às vezes, por falta de comprometimento, acabam potencializando essa crise. Em Rondônia, o cenário é preocupante, em razão das seguidas quedas dos repasses constitucionais, que em 2017 forçaram os Prefeitos a medidas impopulares e sacrificantes no controle dos gastos, especialmente na folha de pessoal, pois se viram obrigados a fazer demissões em números consideráveis de servidores em que, a somatória de todas as prefeituras, sem contar a capital, beira um total de 4 mil exonerações de funcionários, o que alivia as contas, mas atrapalha a oferta dos serviços à população e também causa impacto nas economias locais.

Diante do cenário de crise projetado por problemas estruturais da relação entre a União e os seus entes Municípios, a AROM repudia essa conduta do Governo Federal, que num momento em que os gestores municipais, legítimos representantes do povo, viam um socorro para honrarem os compromissos no encerramento das contas de 2017, o Poder Executivo Federal não correspondeu à confiança nele depositada.

Aos Prefeitos e Prefeitas, conclamo a se manterem unidos e conscientizados da força que tem o municipalismo rondoniense diante desses enfrentamentos, e que direcionem essa reivindicação aos parlamentares estaduais e federais, para que pautem sua atuação legislativa nas demandas municipalistas, operando em favor do povo, impedindo a aprovação de políticas que arrochem o ente mais frágil da Federação, e propiciando condições de melhor administrar aos gestores municipais do Brasil.

“A República Federativa do Brasil é composta pela união indissolúvel dos Estados, Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito (…)” – Art. 1ª Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.

Porto Velho, 15 de janeiro de 2018.


Jurandir de Oliveira é ex-prefeito do Município de Santa Luzia do Oeste/RO e atual Presidente da AROM.